Esposa de xangô, Deusa dotada de muita força, orixá que guerreia de igual para igual com os orixás homens, também é um orixá ligado a solidão, outrora ao amor verdadeiro.
A Mãe Obá rege o progresso evolutivos, inícios e fins, na África criou um culto individual chamado “Gelelé” onde somente mulheres poderiam fazer parte.
Ao invocarmos esse Orixá, saudamos dizendo “Exó” não cultuamos qualidades deste orixá, ela pode ser chamada de Cotá, Xemí, Ladê, koemã etc.
O dia consagrado a ela é segunda-feira, regendo também na quarta, dentro da nossa numerologia religiosa, usamos o número sete.
Orixá que protege a audição, oferecemos a ela abacaxí, uva rosa e romã, suas árvores prediletas são o umbuzeiro, o cipó e a ameixeira, em seu culto algumas ervas são utilizadas, guiné, orô, salsa partilha, e espada de Santa Catarina.
Proteje as orelhas, o apêndice e as mãos, seu mineral é o cobre, seu símbolo principal é a navalha, sua cor é o marrom.
Para a mãe Obá oferecemos, uma mistura de feijão miúdo e canjica amarela, ambos cozidos, em seguida misturados e refogados com dendê e salsinha, são oferecidos também cabritas mochas de qualquer cor menos preta, galinhas e pombos cinzas e peixes pintados.
Conta seu maior Itãn, que enganada por Oxum, essa Iabá como prova de amor decepou sua própria orelha para realizar uma iguaria ao seu esposo Xangô.
Sem confinar nos homens, raramente a mãe Obá escolhe pessoas do sexo masculino como seus filhos, em algumas nações sua cor é Rosa, símbolo da pureza.